Respostas do Dr. Eduardo Tiburcio sobre medicina de família, cuidados paliativos, dor crônica, saúde do idoso, atendimento em casa e no hospital, consulta online e agendamento.
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Nesta página, o Dr. Eduardo Tiburcio, médico de família e comunidade no Rio de Janeiro, responde às dúvidas mais comuns de pacientes e famílias: o que faz um médico de família, quando começar os cuidados paliativos, como é tratada a dor crônica, como prevenir quedas em idosos, como funcionam as visitas em casa e no hospital e como agendar.
O médico de família e comunidade é o médico formado para cuidar de pessoas de todas as idades de forma integral e continuada. Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), ele resolve a maior parte dos problemas de saúde do dia a dia, acompanha as doenças crônicas de forma integrada e coordena o cuidado quando outros médicos precisam participar. O Dr. Eduardo tem Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Medicina de Família e Comunidade. Saiba mais em consulta com médico de família.
Os dois cuidam de adultos de forma ampla. A diferença está na formação e no foco: o médico de família faz residência voltada para o acompanhamento contínuo da pessoa ao longo da vida, considerando a família, o trabalho, os hábitos e o contexto em que ela vive. Na prática, o que mais pesa é a continuidade, ou seja, ter o mesmo médico que conhece a sua história a cada consulta.
Porque ele organiza o cuidado. Quem consulta vários médicos ao mesmo tempo costuma acumular remédios, exames repetidos e orientações que não conversam entre si. O médico de família revisa tudo isso, combina metas com você, encaminha quando é preciso e acompanha o que foi feito, para que o tratamento siga um plano só.
Não necessariamente. Um bom check-up é aquele que faz sentido para a sua idade, o seu histórico e os seus fatores de risco, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde e das sociedades médicas. Muitas vezes, a conversa, o exame físico, a revisão das vacinas e alguns exames bem escolhidos dizem mais do que uma lista longa de pedidos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cuidados paliativos são a abordagem que melhora a qualidade de vida de pessoas com doenças graves e das suas famílias, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento físico, emocional, social e espiritual. Servem para controlar sintomas como dor, falta de ar, náusea e cansaço, apoiar as decisões e cuidar também de quem cuida. Saiba mais em cuidados paliativos no Rio de Janeiro.
Os cuidados paliativos podem começar desde o diagnóstico de uma doença grave, como câncer, demência, insuficiência do coração, do pulmão ou dos rins e doenças neurológicas, e caminham junto com o tratamento da própria doença. Não é preciso esperar a fase final. Quanto mais cedo começam, mais tempo há para aliviar sintomas e planejar o cuidado com calma.
Não. Receber cuidados paliativos não significa desistir do tratamento nem que a morte esteja próxima. Muitas pessoas convivem por anos com uma doença grave e se beneficiam desse cuidado durante todo o percurso. Quando a doença avança, os cuidados paliativos também acompanham o fim da vida, com serenidade, conforto e respeito aos desejos da pessoa.
Cuidados paliativos são uma área de atuação médica dedicada ao alívio do sofrimento e à qualidade de vida diante de doenças graves. O Dr. Eduardo Tiburcio é médico de família e comunidade com pós-graduação em Cuidados Paliativos pela PUC-Rio. Na consulta, ele avalia os sintomas, ajusta os remédios, conversa sobre valores e prioridades, ajuda no planejamento de cuidados, incluindo as diretivas antecipadas de vontade previstas na Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) 1.995/2012, e apoia a família.
É a dor que persiste ou se repete por mais de três meses. As mais comuns são as dores na coluna, a artrose, a fibromialgia, a dor neuropática, a dor relacionada ao câncer e a dor de cabeça crônica. Por durar tanto, ela afeta o sono, o humor, o trabalho e a convivência, e por isso o tratamento olha para a pessoa inteira. Saiba mais em tratamento da dor crônica.
Alguns antidepressivos atuam nas vias do sistema nervoso que modulam a dor e são usados no controle de certos tipos de dor crônica, mesmo em quem não tem depressão. A indicação é individual, depende do tipo de dor, dos outros remédios em uso e dos possíveis efeitos colaterais, e sempre faz parte de um plano que inclui medidas sem remédio.
Ele avalia e, quando indicado, prescreve medicamentos à base de canabinoides. A evidência existe para algumas situações e é limitada ou variável para outras, e esses medicamentos não são a primeira escolha para todos. A decisão é individual, depois de avaliação, considerando outros tratamentos, possíveis efeitos colaterais e interações com outros remédios. Os produtos são regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), exigem receita médica e pedem acompanhamento regular para ajustar ou suspender o uso.
É uma avaliação que olha para várias dimensões da saúde da pessoa idosa ao mesmo tempo: funcionalidade, memória, humor, mobilidade, risco de quedas, nutrição, sono, remédios em uso e apoio familiar. O Dr. Eduardo é médico de família que acompanha muitas pessoas idosas e usa essa avaliação para montar um plano que preserve a autonomia. Saiba mais em acompanhamento do idoso.
A prevenção combina várias medidas: revisar remédios que causam tontura ou sonolência, avaliar a visão, a força e o equilíbrio, estimular atividade física orientada, adaptar a casa (iluminação, tapetes, barras de apoio no banheiro) e cuidar do calçado. Depois de uma queda, mesmo sem fratura, vale procurar avaliação médica, porque a queda costuma sinalizar algo que pode ser tratado.
Pode ser. O uso de muitos remédios ao mesmo tempo, chamado polifarmácia, aumenta o risco de interações, efeitos colaterais, confusão e quedas. Uma revisão cuidadosa avalia o que ainda é necessário, o que pode ser ajustado e o que pode ser suspenso, sempre com acompanhamento médico e sem interromper nada por conta própria.
Não. O home care e a internação domiciliar costumam envolver uma equipe de enfermagem e outros profissionais em casa, às vezes por 24 horas, com estrutura semelhante à de um hospital. A visita domiciliar do Dr. Eduardo é uma consulta médica na casa do paciente, com acompanhamento ao longo do tempo. São serviços diferentes, que podem até se complementar. Saiba mais em médico em casa.
O Dr. Eduardo acompanha de perto o paciente internado, em diálogo com a equipe do hospital, que continua responsável pela internação. Ele orienta a família, ajuda a traduzir as informações médicas e participa do planejamento da alta e do cuidado depois dela. Saiba mais em visita hospitalar.
Para muitas situações, sim: retornos, revisão de exames, ajustes de tratamento, conversas com a família e renovação de receitas quando possível. A telemedicina é regulamentada pela Resolução CFM 2.314/2022. O exame físico presencial continua necessário em várias situações, e o Dr. Eduardo indica quando é o caso. Saiba mais em consulta online.
Não. Diante de falta de ar, dor no peito, confusão súbita, desmaio, fraqueza de um lado do corpo, sangramento importante ou queda com dor intensa, procure o pronto-socorro ou ligue para o SAMU 192.
Pelo WhatsApp (21) 99666-6254. Antes de agendar, o Dr. Eduardo costuma fazer uma conversa por telefone com a pessoa ou com a família, para entender a necessidade e indicar o formato mais adequado: consultório, online, em casa ou no hospital. Endereços e horários estão na página de contato.
O atendimento é particular. Quando o plano de saúde prevê reembolso, a família solicita conforme as regras do plano.
Envie a sua pergunta pelo WhatsApp. Os consultórios ficam na Barra da Tijuca e em Botafogo, e a apresentação completa do atendimento está na página inicial.
Qualidade de vida, alívio de sintomas e apoio à família diante de doenças graves.
ConhecerAvaliação da dor persistente e plano de tratamento individual.
ConhecerSaúde da pessoa idosa com foco em manter a autonomia e a independência.
ConhecerConsultas na Barra da Tijuca e em Botafogo, em casa, no hospital ou online, no Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você ou a sua família precisa.
Falar no WhatsApp · (21) 99666-6254