Qualidade de vida, alívio de sintomas e apoio à família diante de doenças graves, desde o diagnóstico, com o Dr. Eduardo Tiburcio no consultório, em casa ou no hospital.
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Os cuidados paliativos com o Dr. Eduardo Tiburcio, médico de família com pós-graduação em Cuidados Paliativos no Rio de Janeiro, buscam qualidade de vida, alívio de sintomas e apoio à família diante de doenças graves, como câncer, demências e doenças do coração, do pulmão e dos rins. Podem começar desde o diagnóstico, junto com o tratamento da doença.
Muitas famílias chegam aos cuidados paliativos depois de um período longo de dúvidas, cansaço e sintomas difíceis de controlar. Talvez você esteja vivendo alguma destas situações:
Em qualquer dessas situações, os cuidados paliativos podem ajudar. Eles não dependem de a doença estar avançada: dependem de existir sofrimento que merece atenção.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) descreve os cuidados paliativos como uma abordagem que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameaçam a vida, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento. Isso inclui o controle da dor e de outros sintomas físicos e também a atenção às questões emocionais, sociais e espirituais.
Na prática, os cuidados paliativos servem para que a pessoa viva da melhor forma possível com a doença que tem. Eles cuidam de sintomas como dor, falta de ar, náusea, cansaço, insônia, ansiedade e confusão mental. Ajudam a família a entender o que está acontecendo, apoiam decisões difíceis e coordenam o cuidado entre os vários profissionais envolvidos.
Um ponto central: cuidados paliativos não são desistir. Eles caminham ao lado do tratamento da doença, seja ele quimioterapia, radioterapia, cirurgia, diálise ou qualquer outro. A Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP) reforça que eles podem e devem começar desde o diagnóstico de uma doença grave, e não apenas nas últimas semanas de vida.
Os cuidados paliativos também não se limitam ao câncer. Eles se aplicam a demências, doenças do coração, do pulmão, dos rins, doenças neurológicas e outras condições graves de longa duração.
Muitas famílias procuram por “médico paliativista” quando precisam desse tipo de cuidado. Vale explicar: cuidados paliativos são uma área de atuação da medicina, que pode ser exercida por médicos de diferentes formações. O médico que atua em cuidados paliativos avalia e trata os sintomas, conversa com o paciente e a família sobre o diagnóstico e as possibilidades de tratamento, ajuda a planejar o cuidado de acordo com os valores da pessoa e coordena a equipe envolvida.
O Dr. Eduardo Tiburcio é médico de família e comunidade, com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Medicina de Família e Comunidade, e tem pós-graduação em Cuidados Paliativos pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A formação em Medicina de Família, centrada na pessoa e na família, se soma à formação em cuidados paliativos: é um cuidado que olha para a doença, mas também para a história, para os vínculos e para o que dá sentido à vida de quem está sendo cuidado.
O momento ideal é o diagnóstico de uma doença grave ou que ameaça a continuidade da vida. Quanto mais cedo os cuidados paliativos começam, mais tempo existe para controlar sintomas, conversar com calma sobre o futuro e evitar decisões tomadas às pressas, em um pronto-socorro.
Alguns sinais indicam que vale a pena procurar essa abordagem agora: sintomas que não estão bem controlados, internações que se repetem, perda progressiva de peso ou de funcionalidade, dúvidas da família sobre os próximos passos e o desejo de conversar sobre o que a pessoa quer e o que ela não quer para o próprio cuidado.
A tabela abaixo ajuda a entender uma confusão comum entre cuidados paliativos e cuidados de fim de vida.
| Cuidados paliativos | Cuidados de fim de vida | |
|---|---|---|
| Quando começam | Desde o diagnóstico de uma doença grave | Nas últimas semanas ou dias de vida |
| Relação com o tratamento da doença | Acontecem junto com ele | O foco passa a ser exclusivamente o conforto |
| Objetivo principal | Qualidade de vida, controle de sintomas e decisões compartilhadas | Conforto, dignidade e presença da família |
| Para quem | Pessoas com câncer, demências, doenças do coração, do pulmão, dos rins, neurológicas e outras | Pessoas em fase final de qualquer doença grave |
| Duração | Meses ou anos, conforme a doença | Período curto |
| Família | Orientada e apoiada desde o começo | Apoiada no fim da vida e no luto |
Os cuidados de fim de vida fazem parte dos cuidados paliativos, mas são apenas uma das fases. A maior parte do trabalho acontece muito antes.
Antes do agendamento, o Dr. Eduardo costuma fazer uma conversa por telefone com o paciente ou com a família. Ele quer entender a situação, o momento da doença e o que mais preocupa, para indicar o formato mais adequado: no consultório, em casa, no hospital ou online.
A primeira consulta é longa e começa pela escuta. O objetivo é compreender o sofrimento real de quem está sendo cuidado, que nem sempre é o que aparece primeiro. Em seguida, o Dr. Eduardo revisa a história da doença, os tratamentos em andamento, os remédios em uso e os sintomas, e faz o exame físico. O plano de cuidado é construído com a pessoa e, quando ela deseja, com a família, e as orientações principais são passadas por escrito quando faz sentido.
O acompanhamento costuma incluir:
Para quem tem dificuldade de sair de casa, o acompanhamento pode acontecer pela visita domiciliar. Durante uma internação, o Dr. Eduardo pode fazer a visita hospitalar, em diálogo com a equipe do hospital. Retornos e conversas com a família também podem ser feitos pela consulta online.
Uma parte importante dos cuidados paliativos é conversar, com tempo e serenidade, sobre o que a pessoa deseja para o próprio cuidado. Quais tratamentos ela aceita? O que ela considera inaceitável? Onde prefere ser cuidada? Quem deve falar por ela se, em algum momento, não puder decidir?
Essas escolhas podem ser registradas nas diretivas antecipadas de vontade, previstas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) na Resolução 1.995/2012. Elas orientam a família e a equipe de saúde e evitam que decisões difíceis sejam tomadas sem saber o que a pessoa queria. A conversa é conduzida com respeito, no momento em que o paciente se sente pronto, e pode ser revista sempre que ele desejar.
Uma doença grave muda a vida de toda a família. Filhos e filhas se tornam cuidadores, muitas vezes conciliando trabalho, casa e hospital. O cansaço, a culpa e o medo de errar fazem parte desse caminho e também merecem cuidado.
Nos cuidados paliativos, a família é orientada sobre o que esperar da doença, como lidar com os sintomas em casa, quando procurar ajuda e como dividir as tarefas. Também há espaço para falar sobre sentimentos e para que todos estejam alinhados sobre as escolhas do paciente. Quando a morte se aproxima, o cuidado continua, com atenção ao conforto, à dignidade e à presença das pessoas queridas.
Em qualquer fase, sinais como falta de ar intensa, dor forte que não melhora com o que foi orientado, sangramento, convulsão ou confusão mental súbita pedem atenção imediata: procure o pronto-socorro ou ligue para o SAMU 192, e avise o médico que acompanha o caso.
A consulta em cuidados paliativos é particular. Quando o plano de saúde prevê reembolso, a família pode solicitá-lo conforme as regras do plano. Dia, horário e local, no consultório, em casa ou no hospital, são combinados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
Não. Cuidados paliativos são indicados para pessoas com doenças graves, e muitas delas vivem meses ou anos com boa qualidade de vida. O foco é viver da melhor forma possível. Quando a doença avança, o cuidado continua, com atenção ao conforto e à dignidade.
Não. Os cuidados paliativos acontecem junto com o tratamento da doença, desde o diagnóstico. A decisão sobre cada tratamento é tomada com o paciente, a família e os outros médicos envolvidos.
Não. Eles também são indicados para demências, doenças do coração, do pulmão, dos rins, doenças neurológicas e outras condições graves de longa duração.
O ideal é desde o diagnóstico de uma doença grave. Sintomas mal controlados, internações frequentes e dúvidas da família sobre os próximos passos são bons motivos para procurar essa abordagem.
O Dr. Eduardo faz consultas médicas em casa, com acompanhamento, para quem não pode ou não deve se deslocar. Não se trata de home care com equipe 24 horas: é o médico que vai até o paciente, avalia, ajusta o tratamento e orienta a família.
Sim, sempre que o paciente desejar. A família costuma ser parte essencial do cuidado e também recebe orientação e apoio.
O atendimento do Dr. Eduardo é particular. Quando o plano prevê reembolso, a família pode solicitá-lo conforme as regras do contrato.
Conte pelo WhatsApp um pouco da situação: o diagnóstico, os sintomas que mais preocupam e onde a pessoa está hoje, em casa ou internada. O Dr. Eduardo retorna para entender a necessidade e indicar o formato mais adequado. Se preferir, conheça a página inicial, o acompanhamento do idoso ou as perguntas frequentes.
Avaliação da dor persistente e plano de tratamento individual.
ConhecerSaúde da pessoa idosa com foco em manter a autonomia e a independência.
ConhecerConsulta na casa de quem não pode ou não deve se deslocar.
ConhecerConsultas na Barra da Tijuca e em Botafogo, em casa, no hospital ou online, no Rio de Janeiro. Conte pelo WhatsApp o que você ou a sua família precisa.
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